O Amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor jamais acaba. (1º Cor. 13:4-8)


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sábado, 6 de fevereiro de 2016

MEDALHA

                Batalha se inicia diante do medo e longe do refugio de sua casa, soldado que se entristece por lutar contra a tolice de quem nunca entrará em qualquer campo onde acontece os conflitos, pois estão colocando seus idéias nos braços de jovens rapazes, que na maioria das vezes não voltam jamais, lembranças são os lamentos de quem deixou partir e tormento daqueles que estão a lutar, rastejando sobre as lamas das trincheiras onde só saberá quem como é, quem esteve lá, soldado que se agoniza, só pede a clemência à sua governança, que não deixe apagar em meio a lama, mas sim sobre a cama assim como criança. Soldado ferido que já estava abatido é chamado de bandido pelos que lutam contra eles, e o que se torna iguais, pois sofrem demais, pelos lamaçais que ambos querem a paz, paz que não existe, só um conflito sangrento causados por pequenos seres que acreditam ser grande ideais, mas, a única coisa grande era o tempo que foi capaz de matar jovem demais quem esperava por oportunidades, assim como todos, sonhavam demais, e o que queria era paz, sem ter que entrar em guerra.
                Soldado que retorna cheios de sequelas que não se apagam jamais, trazem no peito à amargura de quem deixam para traz tampado por um simples metal com um símbolo imortal de quem lutou contra a paz para propor a própria paz, traz com si no peito estampado a medalha do bravo soldado, que temia não voltar a ver quem se amava, medalhas são entregues aos amores de quem lá lutou e jamais voltou, pois foi soterrado pelas terras inimigas, pois não foi capaz de resistir a chuva de chumbo e de tantas bombas a cair.
                Lá estão os sonhos enterrados, sendo exposto em medalhas que com o tempo se apagam, mas, não cicatrizam a dor de um passado de ter deixado partir o amor que nunca voltou mesmo tendo a certeza de que verdadeiros amores nunca se esquecem e nunca se abandonam.

                Medalha de bravura para quem teve medo o tempo todo, medalha de coragem para aqueles que só queria o fim, medalha entregues à famílias, já que seus braços não retornaram para os abraçarem, medalha que são entregues para não deixar esquecer quem tanto se amou e nunca mais voltou, mas medalhas que só fazem relembrar da guerra causadas pelos ideais de quem só acreditava na paz no fim da batalha onde muitos morreriam jovens demais, onde muitos morreram para encontrar a sua própria paz. Dê medalhas aos vivos.






D.J. "Darley Soares"

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